quinta-feira, 17 de novembro de 2011

O Fluminense e a eterna polêmica


Caros tricolores, hoje eu resolvi postar alguns questionamentos importantes do internauta Bruno Leonardo acerca da nossa relação de amor e ódio com os atletas do Fluminense. Acho a discussão válida, sobretudo para um autoexame de consciência.

De fato, quanto mais se vive o futebol, maior é a percepção de que a razão não entra em campo. A arquibancada não é lugar para a lógica e, muito em função disto, pouco a pouco deixamos de nos surpreender com pequenos milagres protagonizados pelo Tricolor das Laranjeiras.

Confiram a reprodução das questões levantadas por Bruno Leonardo:

O legal de torcer pelo Fluzão é que o execrado de ontem vira o herói de amanhã e a polêmica sobre certos jogadores nunca termina... hahaha

- O Marquinho é o guerreiro incansável do time ou o perna de pau que erra muitos passes?

- O Fred é um manguaceiro que desfalca o time em jogos cruciais ou é o artilheiro, craque e salvador da pátria?

- O Deco é um bichado de salário altíssimo que rouba dinheiro do Flu e não dura quatro jogos seguidos, ou é o craque do meio de campo que vive enfiando passes açucarados para seus companheiros?

- O Cavalieri é o melhor goleiro do Flu em muitos anos ou é um frangueiro que sai mal do gol e pula atrasado?

A polêmica nunca termina.

Sintam-se livres para debaterem essas questões e levantarem outras indagações nos comentários.


Em tempo: ao final de cada comentário, não se esqueça de deixar o seu nome. 
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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Só os inteligentes podem ver


Eu sou burro. Queria aprender a interpretar o que dizem que é óbvio, mas não consigo. Em contrapartida, o técnico do meu time me ensinou que podemos, sim, vencer um jogo com uma estratégia insana, suicida, que chama a equipe adversária. Aconteceu várias vezes no campeonato e nem é preciso forçar muito a memória para lembrar. Apesar disto, ocorrem triunfos. Muitos até.
 
O problema é quando não acontece. O erro fica exposto demais; as luzes brandas transformam-se em holofotes quando o time cai diante de si mesmo. Foi assim contra o Bahia, contra o Atlético-MG, contra o América-MG... pontos jogados fora com uma facilidade surpreendente. Mas o time se supera, apesar dos próprios tropeços. E, como uma fênix, a esperança volta renovada na rodada seguinte.

Treinador sério, Abel tem suas cismas, como qualquer pessoa. Edinho será um eterno volante para ele. Araújo está à frente de Ciro, para ele. Além disso, o comandante faz questão de dizer, volta e meia, que alguém foi “brilhante”. E ele erra com uma convicção absurda. Dá sangue nos nervos! Aí, meu organismo absorve a derrota e acha que tudo será diferente na outra rodada. Ainda não me convenci, apesar dos fatos, de que só os inteligentes podem ver que o Abel não é inteligente. Permaneço burro - e em terceiro lugar na competição. Alguém pode me ajudar? 


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